O técnico Carlo Ancelotti mantém Endrick em papel secundário na Seleção Brasileira devido à baixa contribuição defensiva do atacante. Avaliações apontam que, em um futebol moderno, a pressão e a recomposição tática são requisitos essenciais para os jogadores.
O futebol contemporâneo exige mais dos atacantes. Além de marcar gols, os jogadores precisam pressionar a saída adversária e participar da construção das jogadas. Apesar do potencial ofensivo de Endrick, o treinador italiano demonstra cautela com sua inserção no elenco nacional.
Dados de desempenho reforçam essa análise. Em 24 jogos pelo Lyon, o atacante somou 18 desarmes e quatro interceptações, indicando baixa participação em ações defensivas. Em comparação, Raphinha, do Barcelona, registrou 30 desarmes e nove interceptações em 33 partidas, o que valoriza sua intensidade tática para Ancelotti.
Outro jogador comparado é Matheus Cunha, do Manchester United. Segundo a imprensa, Cunha se adapta ao modelo de Ancelotti por exercer forte pressão sobre zagueiros e contribuir na organização tática. Apesar disso, a qualidade técnica de Endrick não é questionada, mas sua participação limitada sem a bola é o fator de cautela do treinador.

