Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Zuckerberg pagou US$ 1 bilhão por aplicativo sem receita
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Tecnologia

Zuckerberg pagou US$ 1 bilhão por aplicativo sem receita

Carla Fernandes
Última atualização: 18 de junho de 2026 11:41
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Em 2012, a empresa então chamada Facebook adquiriu o Instagram por US$ 1 bilhão, mesmo com o aplicativo não gerando receita e contando com apenas 13 funcionários. A compra, vista inicialmente como arriscada pela imprensa, provou ser uma defesa estratégica contra a migração de usuários para dispositivos móveis.

A decisão de adquirir o aplicativo de compartilhamento de fotos ocorreu quando a plataforma principal enfrentava desafios: os usuários migravam para o celular mais rápido que o sistema de anúncios conseguia acompanhar, e o público central estava envelhecendo. A aquisição visava capturar os usuários jovens e nativos do celular que a empresa precisava reter.

Quatorze anos depois, o segmento Família de Aplicativos da Meta gerou US$ 55,91 bilhões no primeiro trimestre de 2026, com 3,56 bilhões de usuários ativos diários. Os gastos de infraestrutura de Inteligência Artificial de Mark Zuckerberg, estimados entre US$ 125 e US$ 145 bilhões, indicam que a liderança da empresa mantém uma postura de vigilância contra disrupções.

A estratégia de compra defensiva foi repetida em 2014 com o WhatsApp. Analistas apontam que a paciência da empresa em integrar o Instagram, demorando três ou quatro anos para implementar anúncios, foi um fator chave para o sucesso da aquisição, transformando o investimento inicial em uma política de seguro de baixo custo.

TAGGED:AquisiçãoinovaçãoInstagramInvestimentoMetaTecnologia
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ebola na RDC registra 23% de mortalidade em quase um mês
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?