Um estudo aponta que o top 10% dos consumidores mundiais é responsável por um dano ambiental que varia entre 1.500 e 5.000 bilhões de euros por ano. O dado reforça o princípio europeu de que quem mais polui deve arcar com os custos da degradação.
As políticas ambientais da União Europeia se baseiam no princípio de que quem contamina deve pagar. Segundo esse conceito, os indivíduos que causam maior degradação ambiental, ou seja, os de maior consumo e das rendas mais altas, devem assumir custos maiores.
O novo estudo quantifica o impacto econômico desse grupo. Ele estima que o dano ambiental gerado pelo top 10% dos consumidores globais atinge um mínimo de 1.500 e um máximo de 5.000 bilhões de euros anuais. O custo por pessoa nesse grupo varia entre 2.000 e 6.500 euros.

