A atriz declarou que a percepção da finitude da vida influenciou a criação de seus filhos, após descobrir ser portadora de mutação genética que eleva o risco de câncer. Ela afirmou que a perda precoce de familiares a fez encarar o tempo como limitado.
Em entrevista a veículos de comunicação, a atriz comentou que perdas familiares causadas por doenças moldaram sua visão sobre o tempo. Ela mencionou que, por ter perdido a mãe cedo e nunca conhecido a avó, não viveu com a sensação de ter uma vida longa. A atriz disse que sente a necessidade de se apressar, pois o tempo está acabando.
A atriz explicou que cria os filhos quase preparando-os para sua ausência, uma consequência de considerar a morte como realidade. Essa percepção também afetou sua carreira. Ela afirmou que, inicialmente focada em direção, voltou a atuar aceitando trabalhos curtos e próximos para conciliar com a família.
Apesar do período de fragilidade, a atriz disse estar retomando seu “espírito de luta”. Ela comentou que o retorno desse espírito ocorre em grande parte graças aos filhos, que agora estão mais velhos e a encorajam.

