Uma mulher, integrante da tribo Cheyenne do Norte, deixou um hospital em Montana, nos Estados Unidos, dançando após se recuperar de um acidente vascular cerebral (AVC) que a deixou paralisada e incapaz de falar. A alta médica, após duas semanas de reabilitação, marcou a superação da condição e uma homenagem à sua herança cultural.
Os sintomas iniciais surgiram em 29 de maio, enquanto a paciente trabalhava como cuidadora, relatando formigamento corporal e sudorese. Ela buscou atendimento no Hospital Crow Northern Cheyenne, onde desmaiou no banheiro e foi submetida a exames, incluindo ressonância magnética, devido à pressão arterial alta.
Em seguida, foi transferida de helicóptero para o Hospital St. Vincent, em Billings. Ao acordar, a paciente não conseguia sentir o lado direito do corpo, ficando paralisada e incapaz de andar e falar. A meta de recuperação a levou ao Hospital de Reabilitação de Montana.
A enfermeira Sammi Jorgensen afirmou que a paciente demonstrou grande determinação, dizendo que ela pensava: “Vou andar, dançar”. Após duas semanas de tratamento, ela reaprendeu a caminhar de forma independente e voltou a praticar movimentos de dança, afirmando que as danças são curativas.

