O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o depoimento do ex-presidente à Polícia Civil do Distrito Federal. A autorização refere-se à apreensão de uma arma nove milímetros que pertence ao ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar.
O registro de ocorrência sobre a apreensão da arma ocorreu no dia 16. A arma estava em posse de um segurança do ex-presidente, que foi parado durante uma blitz policial. Um inquérito foi aberto para apurar o fato.
A polícia solicitou a Moraes a permissão para interrogar o ex-presidente na quarta-feira, dia 24, por videoconferência. Contudo, o ministro determinou que o depoimento seja colhido presencialmente na terça-feira, dia 23/5, às 15h, na residência onde ele cumpre pena, localizada no condomínio do bairro Jardim Botânico, em Brasília.
O ministro também solicitou que os advogados indicassem um profissional de saúde para acompanhar o ex-presidente. Moraes rejeitou a indicação feita pela defesa, afirmando que o profissional não possuía qualificação para acompanhar o quadro de saúde do ex-presidente, que sofre com complicações decorrentes de facada sofrida em 2018.


