Um grupo ligado a Daniel Vorcaro monitorava e perseguia pessoas em Nova Lima, Minas Gerais. A Polícia Federal classificou a organização como uma milícia particular que intimidava indivíduos que contrariavam o dono do Banco Master.
A organização, identificada como “A Turma”, monitorava e perseguia pessoas que contrariavam o dono do Banco Master. A ação ocorria mesmo na ausência de ameaça concreta contra o banqueiro, segundo a Polícia Federal.
O episódio que motivou a atenção das autoridades ocorreu em março de 2024. Na ocasião, Vorcaro utilizou um drone sobrevoando sua propriedade no condomínio Lagoa do Miguelão, em Nova Lima (MG). Ele ordenou que seus comparsas identificassem o proprietário do equipamento.

