Pais relatam maior felicidade ao brincar com os filhos, um momento que a especialista Jen Zamzow associa ao fortalecimento do vínculo familiar. Segundo a autora, esses hábitos divertidos são importantes, mesmo diante da divisão desigual de tarefas domésticas.
A especialista afirma que as brincadeiras não precisam ser elaboradas para funcionar. Ela cita como exemplo apresentar brinquedos antigos ou criar uma cena de monstro enquanto se arruma pela manhã. Zamzow observa que adultos frequentemente tratam o lazer como produtivo, o que tira a leveza da brincadeira antes que ela comece.
Pais divertidos, segundo a autora, agem primeiro e deixam o entusiasmo surgir depois. Em vez de aguardar disposição, eles iniciam uma piada ou transformam uma tarefa em desafio. Além disso, a autora aponta que recusar interrupções de quem está ao redor significa perder tentativas reais de aproximação, citando pesquisas sobre ‘pedidos de conexão’.
Esses pais aceitam entrar em jogos propostos pelos filhos sem se preocupar em parecerem bobos, abandonando o modo gerente. Zamzow reforça que a diversão não é apenas uma pausa, mas uma forma de mostrar afeto, pois esses pais levam a paternidade a sério ao incorporar momentos simples na rotina.

