A exposição solar excessiva causa danos à pele que vão além de queimaduras, provocando envelhecimento precoce e aumentando o risco de câncer. Dermatologistas alertam que a proteção deve ser diária, mesmo em dias nublados, para prevenir consequências de longo prazo.
A especialista Giselle Parente Souza, da Hapvida, afirma que a radiação ultravioleta provoca danos cumulativos. Esses efeitos podem incluir vermelhidão, descamação e, a longo prazo, manchas, rugas e perda de elasticidade. Ela explica que a proteção não se restringe a dias de praia ou piscina.
Para proteger a pele, a recomendação é usar protetor solar com FPS 30 ou superior, que ofereça defesa contra UVA e UVB. A aplicação correta exige reaplicação a cada duas horas ou em casos de suor intenso ou contato com água. A especialista orienta que a escolha do produto deve seguir as características individuais da pele, como optar por fórmulas em gel para peles oleosas.
Medidas complementares são essenciais. Além do protetor, a prevenção inclui o uso de chapéus, óculos de sol com proteção UV e roupas adequadas. É fundamental evitar a exposição solar nos horários de maior intensidade, geralmente entre 10h e 16h. A hidratação adequada e a ingestão de água também ajudam a preservar a barreira natural da pele.

