Discussões renovadas sobre o uso de tarifas podem levar a uma nova fase de guerras comerciais. Embora a inflação de maio tenha chegado a 4,2%, analistas alertam para a necessidade de acompanhar as decisões do Federal Reserve e os movimentos industriais.
O presidente de um país norte-americano afirmou que governos anteriores negligenciaram a proteção de indústrias por meio de tarifas. Essa postura sugere disposição em aceitar pressões inflacionárias imediatas se isso significar o retorno de cadeias de suprimentos e a proteção de setores chave, como a tecnologia, impulsionada pela revolução da inteligência artificial.
Apesar das ameaças, como tarifas de 100% sobre vinho francês ou possíveis 300% em semicondutores, empresas estão agindo. Taiwan Semiconductor está expandindo fábricas nos EUA, e Apple firmou acordo com Intel para produção de chips no território americano. Para a Intel, empresa com participação governamental significativa, isso representa um avanço importante.
O presidente do Fed, Kevin Warsh, manifestou ser sério sobre a meta de inflação de 2%, mas não indicou aumentos de taxa no momento. A falta de orientação clara do órgão dificulta a previsão dos investidores. Contudo, o mercado já parece ter absorvido parte das ameaças de guerra comercial, com o índice S&P subindo.

