Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Investidor acumula exposição em ativos sul-americanos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Investidor acumula exposição em ativos sul-americanos

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de junho de 2026 08:42
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um investidor acumulou exposição a ações sul-americanas no primeiro trimestre de 2026, investindo em ETFs de Brasil e Argentina. A estratégia foca em avaliações baixas e alta de commodities no Brasil, e em apostas nas reformas econômicas da Argentina, sem relação com inteligência artificial.

O escritório Duquesne Family Office, liderado por Stanley Druckenmiller, aumentou a participação em ativos sul-americanos. O ETF iShares MSCI Brazil (EWZ) representa cerca de 4,49% do portfólio, sendo a quinta maior posição, ao lado de uma nova posição no ETF da Argentina. A imprensa tem focado nas apostas do investidor em chips de memória para IA, mas a estratégia macro foi pouco notada.

No Brasil, a aposta se baseia em commodities e taxas de juros. O ETF EWZ, que inclui Petrobras, Vale, B3 e Itaú Unibanco, negocia a US$ 33,73 e subiu 25,62% no ano. A posição busca aproveitar avaliações baixas, dado que o real comercializa a 0,1937 frente ao dólar.

A posição na Argentina é uma aposta distinta, focada na sobrevivência do programa de reformas do governo. O ETF Global X MSCI Argentina (ARGT) negocia a US$ 97,10 e teve retorno de 234,11% em cinco anos. O experimento é apoiado por um swap cambial de US$ 20 bilhões, e as projeções fiscais apontam para superávit.

TAGGED:ArgentinabrasilCommoditiesetfsinvestimentosmercados-emergentes
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Flamengo cede virada para o Cruzeiro e segue vice-líder do Brasileirão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?