O pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema, criticou o senador Jacques Wagner, líder do governo Lula, após a Polícia Federal deflagrar a Operação Compliance Zero contra o petista. A investigação aponta Wagner como ‘beneficiário central’ de vantagens econômicas pagas por integrantes do Banco Master.
Zema ironizou Wagner, questionando se o presidente se sente representado por um indivíduo investigado por corrupção no escândalo financeiro. O ex-governador de Minas Gerais afirmou que ‘na Bahia do PT foi onde tudo começou’ e que ‘a verdade fica ainda mais clara’.
As críticas de Zema ao bolsonarismo, relacionadas ao caso Master, geraram pressão interna em seu partido. O mineiro foi desconvidado de um evento do Novo em Santa Catarina no início de julho.
A tensão entre Zema e a família Bolsonaro começou após a revelação de conversas entre um empresário do Master e Flávio Bolsonaro, consideradas ‘inaceitáveis’ pelo mineiro. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro reagiu às críticas de Zema, sugerindo um rompimento geral com o Novo.

