Para gerar US$ 5.000 mensais, o investimento em um portfólio de US$ 1 milhão requer um rendimento combinado de 6,0%. Este percentual se posiciona acima da taxa livre de risco, representando o prêmio aceito por investidores em troca de risco de mercado.
Atingir a meta de renda depende da escolha da faixa de rendimento. A categoria Conservadora, com rendimento entre 3% e 4%, exige capital superior a US$ 1,714,000 para gerar US$ 60.000 anuais. Este perfil é ancorado por fundos como o Schwab U.S. Dividend Equity ETF, que apresentou retorno de 26% no último ano.
A faixa Moderada, que corresponde ao objetivo do título, opera com rendimento entre 5% e 7%. Para US$ 60.000 anuais, o capital necessário é de exatamente US$ 1.000.000. Nesta categoria, o crescimento dos dividendos desacelera, e o potencial de valorização da ação é limitado pela estrutura de opções.
Já a faixa Agressiva, com rendimento entre 8% e 14%, permite atingir a meta com menor capital. Por exemplo, com rendimento de 10%, são necessários US$ 600.000. Fundos como o JPMorgan Equity Premium Income ETF e o Global X SuperDividend ETF se enquadram neste perfil, embora este último tenha apresentado erosão de principal em cinco anos.
Um exemplo de alocação de 6% em US$ 1 milhão sugere a divisão entre o SCHD (3,5%), JEPI (10%), JEPQ (10%) e SDIV (9%), visando cerca de US$ 67.000 anuais. Os pagamentos mensais de JEPI e JEPQ ajudam a suavizar o fluxo de caixa, que é trimestral no SCHD.

