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Leitura: Defesa alega que arma apreendida estava desativada
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Política

Defesa alega que arma apreendida estava desativada

Carla Fernandes
Última atualização: 23 de junho de 2026 12:33
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A defesa do ex-presidente afirmou que a pistola apreendida em blitz de rotina em Taguatinga estava inoperante quando recolhida. O documento, enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), explica que a arma foi desativada por falha técnica.

A pistola, modelo Glock, foi encontrada na posse de um militar do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante a abordagem. Segundo os advogados do ex-presidente, a equipe de segurança removeu o percussor da arma, que ficava na residência do ex-presidente. Tecnicamente, a remoção do percussor inviabiliza o engatilhamento, deixando o gatilho solto e impossibilitando disparos, conforme a defesa explicou.

A defesa justificou a intervenção alegando que medicações psiquiátricas consumidas pelo ex-presidente afetavam sua cognição. O ex-presidente teria percebido a falha da arma e entregado a pistola a um segundo-sargento para verificação. A defesa declarou que a arma foi apreendida e posteriormente devolvida ao peticionário no âmbito da Petição n. 10.405.

Além disso, os advogados afirmaram que a pistola estava em situação regular e que a condenação do ex-presidente não exigiu a entrega de armamentos ou o cancelamento de registros.

TAGGED:ApreensãoarmaBolsonaroDefesagsiSTF
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