A Polícia Civil investiga a morte de uma jovem de 21 anos, ocorrida no sábado (13) em Limeira, São Paulo, após ela saltar da Ponte do Esqueleto sem as cordas de segurança. Os responsáveis pela operação não conseguem explicar a falha, e o caso segue sob a acusação de homicídio com dolo eventual.
Os três funcionários responsáveis pela operação do salto de rope jump foram presos e declararam não se lembrar de quem deveria instalar ou fiscalizar os equipamentos de segurança. Segundo a delegada responsável pela investigação, os depoimentos indicam que não havia uma definição rígida sobre a execução das etapas de segurança.
Um dos investigados afirmou que a instalação e conferência das cordas eram feitas de forma alternada entre os integrantes da equipe. Ele classificou o evento como uma fatalidade, declarando: “Foi realmente uma fatalidade. Ninguém sai de casa para cometer um negócio desse [matar uma pessoa]”.
A investigação também apura o desaparecimento de uma câmera que estaria com a vítima no momento da queda. Além disso, o coordenador pedagógico presente no local informou que a empresa organizadora dos saltos não possuía registro formal ou CNPJ.

