O ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero negou influenciar o resgate da companhia aérea Plus Ultra perante o juiz José Luis Calama, na Audiencia Nacional. Ele compareceu como investigado por tráfico de influências, branqueamento de capitais e contrabando no caso do empréstimo à empresa.
Zapatero declarou na Audiencia Nacional, onde é investigado por tráfico de influências, branqueamento de capitais, contra a Fazenda Pública e contrabando no caso Plus Ultra. Este é o primeiro caso em democracia em que um antigo chefe do Executivo declara perante a Audiencia Nacional.
A porta-voz do Congresso, Montse Mínguez, declarou que o PSOE continua defendendo a inocência do ex-presidente. Ela afirmou: “Nosotros seguimos defendiendo la inocencia de Zapatero y hoy estamos ante lo que estábamos esperando, que es que el presidente Zapatero va a dar todas las explicaciones y va a aclarar todas las dudas y preguntas”.
Enquanto isso, o presidente do Governo, Pedro Sánchez, defendeu o trabalho do Executivo durante a sessão de controle no Congresso. O líder da oposição, Alberto Núñez Feijóo, criticou Sánchez, dizendo: “Usted no es un demócrata”.

