A Fazenda Conforto negou a existência de negociações de compra após o fim do acordo com a JBJ Agropecuária. O CEO da fazenda, Sérgio Pellizzer, declarou que nenhum negócio está em andamento, citando entraves regulatórios do Cade como motivo do desfecho.
O CEO da Fazenda Conforto afirmou que o impasse regulatório no Conselho Administrativo de Defesa Econômica impediu o acerto entre as partes. Ele comentou que, embora houvesse menções ao interesse de empresas como Amaggi e Bom Futuro, não havia nada em negociação.
A propriedade, localizada em Nova Crixás, Goiás, é reconhecida como uma das maiores estruturas de confinamento bovino do país. Fundada em 1996, ela possui capacidade para produzir cerca de 180 mil bois anuais e é referência em pecuária de precisão.
O acordo entre as empresas foi anunciado em abril, mas foi desfeito em 15 de junho. Em documento enviado ao Cade, as partes formalizaram a desistência das tratativas relativas à operação.

