Um debate político ocorreu sobre a decisão do Supremo Tribunal Constitucional que determina a inclusão do chefe de Estado na delegação da cúpula da OTAN em Ancara. Parlamentares contestaram a medida, alegando que ela representa um desvio de poder judicial, enquanto autoridades defenderam o cumprimento do protocolo.
Um membro do parlamento afirmou que o Supremo Tribunal Constitucional nunca decidiu por meio de medida cautelar. Contudo, em discussão, ele citou decisões do órgão que visam impedir danos graves ou intervenções violentas, como no caso que obriga a inclusão do chefe de Estado na delegação da OTAN em Ancara.
Outro parlamentar contestou a decisão, argumentando que o Supremo Tribunal Constitucional utilizou a ação de competência apenas duas vezes em sua história, sendo a primeira em 2001. O parlamentar criticou a medida, dizendo que ela representa um “desvio de poder para a judicocracia” e um “desrespeito ao poder”.
Em resposta, outro parlamentar defendeu que o procedimento segue a lei, afirmando que decisões coletivas são tomadas por um grupo de juízes. O chefe de Estado, por sua vez, declarou que o protocolo exige que ele participe da delegação como a mais alta autoridade constitucional.

