A data das eleições gerais na Espanha permanece incerta, gerando especulações na imprensa sobre as intenções políticas. O governo enfrenta um momento de fragilidade, com aliados distanciando-se no debate legislativo.
A legislatura atual é considerada exausta, e a resistência até o último dia não promete uma solução melhor para a crise. O governo se sentiu isolado no debate de quarta-feira, pois seus aliados estão marcando distâncias crescentes.
A principal questão, que só pode ser respondida por Pedro Sánchez, é como encerrar essa situação de crise minimizando os danos para um governo pressionado por tribunais e sem maioria no Congresso.
Há a expectativa de que, nas eleições gerais, a oposição de direita obtenha maioria folgada. Algumas pesquisas apontam que esse bloco pode alcançar 200 assentos. Alberto Núñez Feijóo já admitiu que formará uma coalizão com Vox, uma informação que ele vinha evitando em períodos pré-eleitorais.


