Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades políticas por estar distante de figuras importantes da direita, como Nikolas Ferreira e o governador de São Paulo. Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores é criticado por sua atuação em audiências sobre tarifas nos Estados Unidos.
O deputado enfrenta um entorno fraco, segundo um presidente de instituto de pesquisa, e o distanciamento de aliados da direita reflete nas intenções de voto. Michelle Bolsonaro também se mantém afastada da campanha do enteado, preferindo focar em sua própria campanha ao Senado, sentindo-se excluída.
Nikolas Ferreira foi repelido pelo núcleo duro bolsonarista devido a ciúmes de protagonismo. Em outra frente, o Itamaraty tentou justificar a incapacidade negociadora do governo Lula em audiências dos EUA, apelando para a ‘lacração’ e acusando ‘traidores da pátria’.
Um ex-chanceler desabafou sobre o nível baixo e o aparelhamento ideológico do Ministério, afirmando que a instituição foi ‘destruída’. O senador Carlos Viana comentou que a saída de um líder do governo não apaga a crise instalada no Planalto.

