Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: IFI alerta que próximo presidente enfrenta desafios fiscais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

IFI alerta que próximo presidente enfrenta desafios fiscais

Carla Fernandes
Última atualização: 26 de junho de 2026 04:33
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

O diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), Alexandre Andrade, afirmou que o presidente da República eleito terá de enfrentar discussões difíceis sobre as contas públicas no próximo mandato. A avaliação, baseada no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF 113), aponta que a trajetória de gastos obrigatórios pressionará o Orçamento e reduzirá a eficácia do arcabouço fiscal a partir de 2028.

Andrade declarou que as discussões serão difíceis porque afetam aposentadorias, salários de servidores públicos e benefícios assistenciais. O documento da IFI projeta que a dívida bruta do governo geral, atualmente em 80,1% do Produto Interno Bruto (PIB), pode alcançar 115% em 2036. A instituição classifica esse nível de endividamento como extremamente elevado para uma economia emergente.

Segundo o diretor, a regra atual do arcabouço fiscal tende a perder força no próximo mandato. A IFI afirma que, mantidas as regras vigentes, o país terá déficits primários recorrentes até 2036, pois o crescimento das despesas não é compensado pelo aumento das receitas. Para estabilizar a dívida, a IFI calcula que o Brasil precisaria de um superávit primário de 2,1% do PIB ao ano, meta que só seria alcançada a partir de 2029.

Um fator de pressão é o crescimento das despesas obrigatórias, visto que cerca de metade dos gastos da União é indexada ao salário mínimo. Embora a alta do petróleo tenha melhorado as projeções de arrecadação para 2026, permitindo ao governo cumprir a meta fiscal com folga de R$ 18,2 bilhões, o diretor alertou que o aumento do preço do barril também pressiona a inflação.

TAGGED:arcabouço fiscaldívida públicaEconomiafiscalInflaçãoOrçamento
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Cara Delevingne relembra overdose e recuperação
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?