As chamadas WAGs, termo usado para esposas e namoradas de jogadores, ganham destaque na Copa do Mundo. Essas mulheres utilizam as redes sociais para construir influência, comandar negócios e atrair audiências, extrapolando o foco dos 90 minutos de jogo.
No Brasil, figuras como Bruna Biancardi, que acompanha a competição, transformaram a vida familiar em conteúdo digital, alcançando milhões de seguidores. Outras mulheres ligadas à Seleção Brasileira também ampliaram sua presença pública. A lista inclui Gabriely Miranda, casada com Endrick, e Duda Fournier, mulher de Lucas Paquetá, que compartilham aspectos da maternidade e da rotina.
O fenômeno se estende ao cenário internacional. Antonela Roccuzzo, ao lado de Lionel Messi, estabeleceu-se como referência em moda e lifestyle. Georgina Rodríguez, companheira de Cristiano Ronaldo, utilizou a visibilidade do astro para desenvolver carreira própria, marcada por contratos de luxo e documentários.
A mudança no consumo do futebol mostra que o público acompanha agora histórias pessoais e estilos de vida. As WAGs deixaram posição secundária para se tornarem personagens centrais da narrativa contemporânea do esporte, ampliando o alcance cultural da Copa.

