Construir uma carteira de dividendos pode permitir que um investidor financie a troca de veículos a cada três anos, eliminando a necessidade de empréstimos recorrentes. A estratégia visa gerar renda suficiente para cobrir os custos de substituição, superando o aumento de preços dos automóveis e a inflação.
A substituição de veículos é um custo recorrente, e o valor médio de um carro novo gira em torno de US$ 48.000 a US$ 49.000, com a inflação elevando esse patamar. Em vez de renovar pagamentos de empréstimos, o investidor cria um fluxo de caixa que pode ser usado quando a troca for necessária, seja em três anos ou em uma década.
Para orçamentos anuais de US$ 10.000, US$ 15.000 ou US$ 25.000, o capital necessário varia conforme o rendimento esperado. Por exemplo, para um orçamento de US$ 15.000, uma carteira com rendimento de 3,5% exige US$ 428.571, enquanto uma com 10% exige US$ 150.000. A coluna de 3,5% representa o crescimento de dividendos, como exemplificado pela Johnson & Johnson, que registrou 64 anos consecutivos de aumentos em seus pagamentos.
A imprensa aponta que portfólios focados em crescimento de dividendos superam pagadores de rendimento fixo. Enquanto um portfólio com 10% de rendimento constante paga US$ 15.000 no décimo ano, um portfólio de crescimento pode pagar cerca de US$ 29.500, e no vigésimo ano, quase US$ 58.000.

