O Partido dos Trabalhadores ainda não definiu quem liderará a chapa ao governo de Minas Gerais após a desistência de um senador. A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, é a favorita da sigla, mas ela considera uma candidatura própria um ‘equívoco estratégico’.
O cenário político em Minas Gerais não é favorável ao PT, com pesquisas indicando que um senador de outro partido lidera a disputa pelo Palácio Tiradentes. Inicialmente, o presidente do PT, Edinho Silva, rejeitou o nome de Marília para o governo, mas os dois devem se reunir para tratar da candidatura.
Caso Marília Campos desista de concorrer ao Senado, outras candidaturas petistas podem avançar. Entre elas, figuram o deputado Reginaldo Lopes e Gleide Andrade. A ex-prefeita de Contagem afirmou que a candidatura própria ao governo é um “equívoco estratégico que pode fragilizar o campo democrático e popular no Estado”.
A avaliação do partido é que Marília se sai melhor nas pesquisas. Contudo, a pré-candidatura dela ao Senado é vista como estratégica, pois representa um avanço na presença feminina em cargos majoritários. A definição final da chapa depende do diálogo entre o partido e as forças políticas do estado.


