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Educação

Educação Brasileira Prioriza Inteligência Emocional nas Escolas

Carla Fernandes
Última atualização: 26 de junho de 2026 14:18
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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O empresário do setor de educação, Jailson Ferreira da Silva, afirmou que o sucesso da educação brasileira exige mais que a memorização de conteúdos, focando no desenvolvimento da inteligência emocional nas escolas públicas. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) tornou obrigatórias competências socioemocionais, como empatia e regulação de emoções, com implementação em todo o país a partir de 2024.

Segundo o empresário, a inserção de atividades que estimulam o reconhecimento emocional tem gerado resultados positivos no clima escolar, com relatos de gestores indicando a redução de incidentes de bullying e o aumento da empatia entre os estudantes. Além disso, pesquisas apontam que alunos que gerenciam a ansiedade antes de avaliações apresentam melhor desempenho acadêmico.

A relevância da formação socioemocional também é vista no mercado de trabalho, onde empregadores destacam a importância de habilidades como liderança e adaptabilidade. No âmbito da saúde mental, a criação de espaços de escuta nas instituições de ensino é considerada uma estratégia para prevenir ansiedade e depressão entre adolescentes.

Jailson Ferreira da Silva declarou que “Levar isso para a escola pública é promover justiça social e igualdade real de oportunidades”.

TAGGED:bnccdesenvolvimento socialeducacao-brasileiraescola públicainteligencia-emocionalsaúde mental
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