Um analista afirmou que a inflação está prestes a se tornar um tema do passado, citando a queda da taxa de inflação de cinco anos para 2,2%. A redução foi atribuída à comunicação do presidente do Fed, Kevin Warsh, embora o índice PCE geral ainda apresente alta de 4,07% ano a ano, impulsionada por picos energéticos.
Steve Moore declarou que a taxa de inflação de cinco anos, que reflete a expectativa do mercado sobre preços futuros, caiu de mais de 3,5% para 2,2% em um mês. Moore comentou com Larry Kudlow que essa mudança representa um movimento significativo no mercado de títulos. Ele explicou que a taxa de cinco anos é a diferença entre o rendimento nominal do Tesouro de cinco anos e o rendimento dos TIPS de cinco anos, sendo o indicador mais claro de inflação futura.
Em 25 de junho, o índice de cinco anos registrou 1,92%, dentro de uma faixa mensal de 1,64% a 2,03%. Contudo, a inflação realizada ainda não reflete essa queda. O PCE geral em maio de 2026 foi de 4,07% ano a ano, com o componente de energia subindo 24,26% no período. O PCE de serviços, considerado mais estável, manteve-se na faixa de 3,5% a 3,8%.
Moore defende que o pico energético será absorvido pelo mercado de títulos, fazendo com que o número geral retorne à faixa de 2%. Ele também afirmou que o Fed não elevará as taxas de juros, pois a inflação está diminuindo rapidamente. Se o próximo dado de PCE mostrar moderação energética e estabilidade no núcleo, as taxas de hipoteca e os rendimentos do Tesouro podem mudar.

