O celular dourado visto nas mãos de Roberto Carlos durante a partida entre Brasil e Escócia, pela Copa do Mundo de 2026, gerou debate nas redes sociais. O aparelho, que se assemelha a um iPhone 17 Pro Max, levantou dúvidas sobre se possui acabamento em ouro ou apenas uma capa metálica.
Não há confirmação sobre o modelo ou a origem da customização do dispositivo. O episódio, contudo, reavivou o interesse por um mercado de smartphones de luxo, onde aparelhos da Apple são transformados em peças de alto valor.
O custo de um iPhone personalizado varia conforme os materiais. Empresas especializadas oferecem versões banhadas a ouro, em ouro maciço ou com aplicações de diamantes. A Caviar, por exemplo, comercializa modelos que podem atingir US$ 80.290 (cerca de R$ 418 mil), como o iPhone 17 Pro Solar em ouro 18 quilates.
Outra marca, a Goldgenie, oferece versões banhadas a ouro 24 quilates a partir de US$ 2.985 (cerca de R$ 15,5 mil). Esses aparelhos não são edições oficiais da Apple; as empresas terceirizadas modificam iPhones originais com materiais nobres para um público de alto poder aquisitivo.

