Os contratos futuros da soja encerraram o pregão praticamente estáveis na Bolsa de Chicago na sexta-feira (26). O vencimento para novembro recuou 0,06%, fechando a US$ 11,56 por bushel. As compras realizadas pela China ao longo da semana ajudaram a fortalecer as cotações, segundo a Agrinvest.
O mercado de soja operou sem direção definida, com alguns vencimentos apresentando leves altas e outros pequenas baixas. O contrato para março de 2027, por exemplo, recuperou cerca de 30 centavos de dólar por bushel desde a mínima intradiária de 15 de junho, sendo negociado a 1.175 centavos de dólar por bushel, conforme a consultoria.
Em outros grãos, o milho fechou em queda de 0,34%, cotado a US$ 4,41 por bushel. A Granar explicou que a baixa foi pressionada pela queda dos preços do petróleo, o que diminuiu as expectativas de expansão das exportações de etanol nos Estados Unidos. A entrada da segunda safra brasileira também pesou nas cotações.
O trigo registrou a maior queda, recuando 1,95% e fechando a US$ 5,89 por bushel. A consultoria apontou que o avanço da colheita de inverno nos Estados Unidos e no Hemisfério Norte, somado à previsão de chuvas, pressionou os preços. A reabertura do Estreito de Ormuz também contribuiu para a queda dos fertilizantes.

