Cássio Brandão, reconhecido como o maior colecionador de camisas de futebol do mundo, possui um acervo com mais de 7 mil peças. O colecionador expõe relíquias históricas, como uma camisa de Djalma Santos e chuteira de Pelé, e emprestou itens para ações com Lewis Hamilton e Bad Bunny.
Brandão afirmou que o valor das camisas transcende o aspecto financeiro, pois elas contam a história de momentos marcantes. O acervo inclui uma camisa azul da Seleção Brasileira, usada por Djalma Santos entre 1959 e 1961, ligada à conquista da Copa do Mundo de 1958. Segundo Brandão, a peça foi usada por decisão de não abalar a confiança dos jogadores.
O colecionador também detém uma chuteira de Pelé da década de 1970 e camisas históricas das Copas de 1982 e 1994. Ele comentou que o mercado de memorabilia esportiva registra valores elevados, citando a camisa de Maradona, leiloada por cerca de 4 milhões de libras, e sete camisas de Messi, vendidas por aproximadamente US$ 7,8 milhões.
Através do Alambrado Futebol e Cultura, Brandão promove a preservação da memória esportiva. Parte da coleção integra a exposição Mantos Campeões, em São Paulo. Além disso, peças foram emprestadas para ações que envolveram o heptacampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton e o cantor Bad Bunny.

