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Leitura: Jovem inocentado no caso Orelha denuncia ataques virtuais
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Jovem inocentado no caso Orelha denuncia ataques virtuais

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 02:51
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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Um jovem de 18 anos utilizou as redes sociais para denunciar ataques sofridos após o arquivamento do caso da morte do cão Orelha, em Florianópolis (SC). O Ministério Público concluiu que o animal morreu de doença preexistente, e não por maus-tratos, desmentindo alegações iniciais da polícia.

O rapaz afirmou que sofreu um julgamento público por um crime que não cometeu. Ele disse que, mesmo após a Justiça arquivar o processo e provar sua inocência, muitas pessoas continuam a chamá-lo de assassino. O jovem explicou que manteve o silêncio para respeitar o sigilo do processo até sua conclusão.

A apuração do Ministério Público revelou que os adolescentes suspeitos não estavam com o animal na praia no momento da suposta agressão. Laudos periciais confirmaram que o cão Orelha sofria de osteomielite na região maxilar esquerda, uma infecção óssea crônica, e não apresentava lesões compatíveis com ação humana.

O MP também apontou falhas na cronologia inicial, informando que gravações de câmeras de segurança estavam adiantadas em 30 minutos. O órgão concluiu que, quando o adolescente estava no local, o cão Orelha estava a 600 metros de distância.

TAGGED:Arquivamentocaso-orelhaFlorianópolisInocênciaJustiçaRedes Sociais
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