A jornalista japonesa Kiyomi Nakamura cobre a seleção brasileira desde 1998 e se tornou uma das vozes mais conhecidas da cobertura da Amarelinha. Ela afirmou que torce pelo Brasil, apesar de sua nacionalidade, e mantém laços com diversos treinadores da equipe.
A repórter, que acompanha a seleção desde a Copa de 1998, é frequentemente procurada pela imprensa. Ela relatou que, apesar da alta demanda, sua resposta sobre o apoio ao Brasil é constante: “Desculpem, japoneses. Mas, para mim, não tem como não torcer para o Brasil”.
A jornalista costuma ser tratada de forma especial pelos técnicos da seleção. Segundo ela, o treinador Felipão lhe deu maior reconhecimento no Brasil por tratar suas entrevistas de modo afetuoso. O italiano Carlo Ancelotti também comentou sobre a afinidade, dizendo: “O seu português é igual ao meu. Por isso nos entendemos”.
Outro gestor com quem ela manteve contato foi Dunga. A relação se deu porque ela trabalhou como intérprete dele durante viagens pelo Japão, onde ele atuou entre 1995 e 1998. Nakamura se mudou para o Rio de Janeiro em 2001, após se encantar pelo país durante a preparação para a Copa na França.

