Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cortes de carne bovina sobem mais de 10% no primeiro semestre
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Cortes de carne bovina sobem mais de 10% no primeiro semestre

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 06:30
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Todos os cortes de carne bovina tiveram aumento no primeiro semestre de 2026. A picanha registrou alta de 10,66%, e a alcatra avançou 9,48%, segundo prévia de inflação do IBGE. A alta nos preços ocorre devido à corrida dos frigoríficos para exportar para a China, o que diminuiu a oferta interna no Brasil.

O IBGE divulgou a prévia da inflação de junho, mostrando que o filé-mignon também subiu 10,2%. Outros cortes importantes apresentaram aumentos expressivos: o peito bovino ficou 10,9% mais caro, e o acém, 9,33%. As menores variações foram registradas no patinho, com 6,61%, e no cupim, com 5,75%.

Fernando Iglesias, da consultoria Safras & Mercado, explicou que a medida de salvaguarda da China subverteu a lógica do mercado. Em janeiro, a China impôs sobretaxa de 55% sobre exportações brasileiras que ultrapassarem 1,1 milhão de toneladas em 2026. Os envios ao país asiático cresceram 24% entre janeiro e maio de 2026, e a China representou 51% do total embarcado, segundo a Consultoria Agro do Itaú BBA.

Apesar de um possível alívio com a redução temporária das compras chinesas, a tendência é de nova alta de preços até o fim de 2026. Iglesias aponta que o El Niño, o aumento da demanda nos EUA e a retomada da demanda chinesa impulsionarão os custos. Ele declarou que o problema se concentrará no último trimestre, quando haverá restrição de oferta com demanda aquecida.

TAGGED:Carne BovinachurrascoEconomiaExportaçãoInflaçãoprecos-alimentos
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Oficiais de complemento perdem posto militar na Espanha
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?