Usuários questionam se o ChatGPT está enfraquecendo ou se tornando excessivamente complexo devido às recentes alterações estruturais promovidas pela OpenAI. A incorporação de agentes de código e capacidades de automação amplia as tarefas do modelo, mas gera preocupação com a carga cognitiva exigida.
A narrativa de que o ChatGPT “está morto” ganhou força em fóruns e redes sociais. Essa percepção surge em meio à evolução do modelo, que passa a executar tarefas além da simples conversa. A OpenAI introduziu capacidades de automação e agentes de código, como o Codex, reconfigurando a interação com o usuário.
A estratégia da empresa aponta para sistemas mais autônomos e integrados. O lançamento do GPT-5.5 Instant, em 5 de maio de 2026, visa que o sistema compreenda o contexto de forma contínua, analisando histórico e padrões de comportamento para tomar decisões mais informadas. Isso permite automatizar rotinas digitais, como organização de agenda e análise de documentos.
Contudo, essa expansão gera o efeito colateral conhecido como feature creep. O acúmulo de funções pode dificultar a experiência de quem busca respostas objetivas. Especialistas apontam que o desafio reside no equilíbrio entre a capacidade crescente da IA e a simplicidade da interação, especialmente porque a plataforma conta com quase 1 bilhão de usuários ativos por semana, segundo a Sensor Tower.

