O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) associou o Partido dos Trabalhadores (PT) ao Primeiro Comando da Capital (PCC) após a prisão de um vereador de São Paulo. A prisão ocorreu durante a operação Última Parada, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) na última quinta-feira, 25 de junho de 2026.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador afirmou que a detenção representa “mais um escândalo que liga um aliado histórico do PT a um esquema milionário”. Ele também declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria trabalhado para proteger o PCC e o Comando Vermelho (CV).
A operação Última Parada prendeu o vereador sob suspeita de lavar dinheiro do crime organizado por meio da empresa de ônibus Transunião. A ação do MPSP cumpriu 5 mandados de prisão temporária e 103 de busca e apreensão em 13 cidades de São Paulo e Minas Gerais. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 194 milhões em bens.
O senador Bolsonaro defendeu que os Estados Unidos classificassem as duas facções criminosas como organizações terroristas. A imprensa questionou o PT sobre as declarações do senador, mas não obteve resposta até a publicação da matéria.

