Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Agostinho define tempo como presença interna à alma
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cultura

Agostinho define tempo como presença interna à alma

Carla Fernandes
Última atualização: 27 de junho de 2026 23:01
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Santo Agostinho de Hipona define o tempo como algo que reside na alma, e não em um lugar distante. O pensador aborda a questão temporal ao analisar obras como ‘Yesterday’ e ‘O Tempo e o Vento’, mostrando que o passado habita o presente.

Agostinho de Hipona argumenta que o tempo teve início com a criação divina, negando a existência de um ‘antes’. Ele explica que o tempo não existe fora da alma, mas sim dentro dela. Segundo o filósofo, o passado é o presente da memória, o futuro é o presente da expectativa e o presente é o breve intervalo da atenção. Assim, a alma se distende entre o que recorda, o que espera e o que vive.

Essa perspectiva contrasta com a visão de ‘Yesterday’, música de Paul McCartney, que trata o passado como um lugar perdido ao qual se deseja retornar. O autor aponta que, se o tempo reside na alma, o passado nunca se foi, mas sim permanece ativo na memória. Ele compara isso ao épico de ‘O Tempo e o Vento’, de Erico Verissimo, onde o passado coloniza o presente através da herança de gerações.

Para Agostinho, o sofrimento ligado ao passado está ligado ao hábito. A razão pode indicar o caminho, mas a vontade pode permanecer presa ao que é prejudicial. O filósofo da Antiguidade tardia conclui que, enquanto o passado for refúgio, ele mantém seu poder de perseguição. A confissão, nesse sentido, é o caminho para que o ontem deixe de ser um cativeiro.

TAGGED:agostinho-de-hiponaculturaFilosofialiteratura-brasileiraNostalgiatempo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Garantido encerra noite do Festival de Parintins com foco na Amazônia
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?