O texto faz uma reflexão nostálgica sobre a infância de quem nasceu nas décadas de sessenta ou setenta. As lembranças incluem a paz de boletins sem falhas e o rumor dos carros na estrada de Valência.
A narrativa evoca a época em que os pais não exigiam muito, apenas a permissão para que os filhos seguissem em frente. Para evitar que o raciocínio ficasse lento, eram comprados cadernos de férias da EGB, que funcionavam mais como livros de palavras cruzadas.
Naquele período, dizia-se que o cérebro estava sendo ‘amolecido’, mas o autor explica que isso ocorreu porque as décadas de cinquenta haviam sido superadas e a severidade estava se diluindo.

