Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Modelo ‘Pay-to-Play’ Dificulta Sucesso da Seleção dos EUA
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Esportes

Modelo ‘Pay-to-Play’ Dificulta Sucesso da Seleção dos EUA

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de junho de 2026 03:03
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A seleção masculina dos Estados Unidos enfrenta dificuldades para vencer a Copa do Mundo devido ao modelo de formação de atletas conhecido como “pay-to-play”. Essa estrutura privada, que exige altos custos, restringe o acesso de talentos de baixa renda, enquanto a concorrência de ligas como NFL e NBA desvia atletas do futebol.

Diferente das potências europeias e sul-americanas, onde clubes profissionais subsidiam o desenvolvimento juvenil, o futebol americano opera como uma indústria voltada à classe média alta. Para que um jovem seja notado, ele precisa integrar academias que cobram taxas anuais entre 5 mil e 20 mil dólares, o que afasta populações de menor poder aquisitivo. Na maioria dos países com tradição no esporte, os craques surgem em comunidades periféricas, mas nos EUA o futebol se consolidou como um “esporte de subúrbio”.

A cultura esportiva americana também direciona os atletas para outras modalidades. O prestígio e os salários das franquias de basquete, beisebol e futebol americano absorvem jovens talentos rapidamente. Enquanto na Europa um jovem de 16 anos pode estar em elencos profissionais, nos EUA ele divide atenção entre várias modalidades no colégio.

Historicamente, o melhor desempenho da equipe ocorreu na Copa do Mundo de 1930, quando chegou à semifinal e foi classificada em terceiro lugar. Na era moderna, a marca mais expressiva foi em 2002, quando alcançou as quartas de final, eliminando o México antes de cair para a Alemanha em 1 a 0. A seleção feminina, contudo, é potência global, tendo conquistado o título em quatro edições, impulsionada pelo Título IX.

TAGGED:copa do mundodesenvolvimento-de-talentosEstados UnidosFutebolmodelo-esportivo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Ciro Nogueira intensifica campanha no Piauí após investigação da PF
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?