A seleção brasileira se classificou em primeiro lugar na fase de grupos, com sete gols marcados e um sofrido. Agora, Carlo Ancelotti foca nas respostas táticas após os três primeiros jogos, preparando o time para o confronto contra o Japão nos 16 avos da Copa do Mundo.
As alterações promovidas por Ancelotti surtiram efeito no elenco. Douglas Santos assumiu a lateral esquerda, e Danilo ganhou espaço na defesa direita. No ataque, Matheus Cunha, que marcou três gols na competição, deve ser titular, exercendo papel de apoio na construção das jogadas.
A equipe também mudou seu modelo de jogo. O Brasil abandonou o 4-2-4, atuando em um 4-4-2 sem posse de bola, e se transforma em 4-3-3 ao recuperar a bola. Bruno Guimarães, Casemiro, Lucas Paquetá e Matheus Cunha formam um losango no meio-campo.
O Japão chega ao mata-mata como seleção organizada, apostando em intensidade e jogo coletivo. Zico, ex-treinador da Seleção Japonesa, alertou a equipe brasileira sobre a velocidade e movimentação dos adversários, dizendo que “o Brasil precisa ter cuidado com a velocidade e a movimentação dos caras, porque eles não param”.

