Quatro acordos distintos sobre os conflitos no Líbano foram firmados em junho, mas nenhum conseguiu interromper os combates. As negociações enfrentam obstáculos devido às posições divergentes de Israel, Líbano, Irã, Hezbollah e EUA.
O primeiro acordo, em 4 de junho, foi mediado pelos EUA entre Israel e Líbano. Ele exigia a cessação completa dos disparos do Hezbollah e a retirada do grupo do sul do Líbano. Contudo, o Hezbollah rejeitou o pacto, pois ele permitia que Israel mantivesse operações no sul do país, e os combates prosseguiram.
Posteriormente, os EUA e o Irã quase assinaram um Memorando de Entendimento para iniciar 60 dias de negociações. No entanto, Israel e Líbano não participaram do acordo, e o primeiro-ministro israelense informou ao presidente americano que não o considerava vinculativo. Os combates continuaram.
Em 26 de junho, Israel e Líbano assinaram um acordo-quadro mediado pelos EUA. O secretário de Estado, Marco Rubio, descreveu o ato como “o começo do começo” do processo diplomático. Todavia, o Hezbollah rejeitou o acordo, classificando-o como um “desperdício da soberania do Líbano”, e os confrontos não cessaram.

