O presidente russo, Vladimir Putin, reconheceu que o país enfrenta “certa escassez” de combustível. A situação decorre dos repetidos ataques ucranianos contra as instalações de hidrocarbonetos russas, segundo declaração feita ao Kremlin.
Putin afirmou que os ataques à infraestrutura crítica, especialmente a energética, criam problemas evidentes para o país. Ele acrescentou que, no momento, a escassez observada “não é crítica”.
As autoridades russas definiram como prioridade a ampliação das capacidades de defesa aérea e a garantia do abastecimento de combustível, com foco especial na Crimeia. A península, anexada em 2014, foi declarada em “situação de emergência” devido à onda de ataques de Kiev, o que forçou a suspensão da venda de combustível para particulares.
Em outra declaração, Putin mencionou a espera por uma equipe de negociadores americanos em Moscou. Ele disse que a chegada desses representantes dependeria de um acordo entre Washington e o Irã sobre o conflito no Oriente Médio.

