Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cientistas Analisam Espécies e Negam Previsão de Terremotos por Animais
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Cientistas Analisam Espécies e Negam Previsão de Terremotos por Animais

Carla Fernandes
Última atualização: 29 de junho de 2026 03:37
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Pesquisadores analisaram o comportamento de mais de 130 espécies em 160 terremotos e concluíram que não há evidências científicas suficientes para afirmar que os animais preveem tremores. A análise, publicada no Bulletin of the Seismological Society of America, distingue a reação a vibrações leves da capacidade de antecipação do fenômeno.

Heiko Woith, sismólogo do Centro Alemão de Pesquisa em Geociências, revisou mais de 700 observações. A conclusão foi que a maioria dos casos relatados era anedótica e difícil de reproduzir. O pesquisador explicou que o mais provável é que os animais reajam às vibrações leves que antecedem um terremoto forte, e não que estejam prevendo o fenômeno em si.

A diferença entre detectar e prever é crucial. Segundo o Instituto Geográfico Nacional da Espanha, quando a terra se rompe, são liberadas ondas P, rápidas, e ondas S, que causam os maiores danos. Cães e gatos, com audição mais sensível, percebem as ondas P antes das ondas S, mas o intervalo entre elas é de apenas alguns segundos, e não horas ou dias.

Exemplos históricos mostram a complexidade do tema. Em Haicheng, China, em 1975, a evacuação ocorreu após relatos de comportamento incomum de animais, mas também com base em sinais geológicos. Já o tsunami de Sumatra, em 2004, não registrou comportamento incomum em elefantes monitorados por satélite antes do desastre.

Os animais podem servir como um sistema complementar de alerta precoce, mas não substituem os sistemas oficiais de monitoramento sísmico. Especialistas recomendam que moradores de áreas de risco conheçam os protocolos de evacuação e confiem nos alertas oficiais.

TAGGED:alerta-precoceAnimaisCiênciaGeologiasismologiaTerremoto
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior SpaceXAI e Cursor Lançam Grok 4.5 para Finanças e Programação
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?