A greve dos rodoviários do Rio de Janeiro segue nesta terça-feira, 30, com previsão de término às 11h30. A paralisação ocorre enquanto a categoria aguarda audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) e uma assembleia local.
As principais reivindicações apresentadas no domingo, 28, incluem piso salarial de R$ 4 mil para motoristas e R$ 5 mil para condutores de ônibus articulados. Os trabalhadores pleiteiam um reajuste de 17% para todos, tíquete-alimentação de R$ 1 mil, além de plano de saúde e odontológico. A categoria também exige o fim dos contratos temporários na Mobi-Rio, com contratação pelo regime CLT.
O TRT-1 havia determinado, em decisão liminar, que pelo menos 50% da frota de ônibus deveria circular durante todo o período da greve, por linha e itinerário. O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Sebastião José, afirmou que a medida está sendo cumprida. No dia anterior, a operação registrou 900 ônibus em circulação, com 740 veículos ativos no município.
Apesar da operação mínima, cerca de 50 ônibus foram vandalizados na segunda-feira, afetando o atendimento à população. O Rio Ônibus reforçou o apelo para que os motoristas comparecessem às garagens, cumprindo a decisão judicial para normalizar a circulação o quanto antes.

