Uma dezena de diretores de centros educativos confirmou o uso de contratos a dedo em vários centros, de acordo com duas fontes jurídicas conhecedoras da investigação. A investigação apura prevaricação administrativa limitada ao período de 2021 a 2023 e envolve, entre outros, o ex-diretor geral de Educação Secundária, FP e Régimen Especial, José María Rodríguez.
Os diretores declararam em sede judicial e afirmaram que não sabiam que estavam fraccionando contratos, já que não são especialistas em administração. No entanto, à luz das conclusões das auditorias da Intervención autonómica, entenderam que isso foi o que fizeram.
O caso pode ter implicações políticas significativas, já que envolve o governo de Isabel Díaz Ayuso. A investigação está em andamento e ainda não há uma data prevista para o seu término.

