O poeta americano Robert Frost, nascido em 1874, descreve em seu poema “O caminho não escolhido”, de 1916, a dúvida de um viajante. O texto aborda a situação em que o indivíduo se depara com duas rotas em um bosque amarelo, ambas cobertas por folhas.
No poema, o viajante encontra dois caminhos. Um deles se perdia na mata, enquanto o outro gerava a sensação de ser utilizado. A descrição aponta que ambos os caminhos não possuíam pegadas, estando cobertos apenas por folhas.
A escolha de um dos caminhos gerou uma percepção no viajante de que ele não desejava aquela rota. Contudo, o personagem não retornou, e essa decisão foi o fator determinante na narrativa poética.

