Os Estados Unidos enfrentam a Bósnia e Herzegovina na segunda fase da Copa do Mundo, nesta quarta-feira, em Santa Clara, Califórnia. O técnico da seleção, Mauricio Pochettino, minimizou a sequência de dez derrotas consecutivas contra adversários europeus, classificando o histórico negativo como uma ‘coincidência’.
Pochettino, que treinou em países europeus por décadas antes de assumir o comando da seleção dos EUA em 2024, negou que a equipe possua um problema específico com o estilo de jogo europeu. Em coletiva de imprensa em São Francisco, ele afirmou: “Acho que não. Pode ser apenas uma coincidência”. O técnico acrescentou que o duelo contra a Bósnia e Herzegovina representa uma chance de desafiar os resultados dos últimos cinco anos.
A última vitória dos Estados Unidos sobre um time europeu ocorreu em um amistoso de 2021 contra a Irlanda do Norte. Os anfitriões, que tiveram um início forte no torneio, entram no mata-mata como favoritos, segundo a análise geral. Contudo, Pochettino contestou essa visão, dizendo: “Antes de tudo, não acho que sejamos os favoritos”.
O técnico da Bósnia, Sergej Barbarez, apresentou perspectiva diferente sobre as expectativas. Para o comandante, os Estados Unidos são favoritos, mas ele declarou que a equipe bósnia “nunca tivemos problemas em assumir o papel de azarão”. A seleção americana ocupa a 46ª posição no ranking da FIFA, à frente da Bósnia.

