Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Estudo Identifica Proteína que Acelera Alzheimer
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Ciência e Saúde

Estudo Identifica Proteína que Acelera Alzheimer

Carla Fernandes
Última atualização: 1 de julho de 2026 23:10
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Um novo estudo publicado na revista Cell revela o mecanismo pelo qual a proteína Arc acelera o desenvolvimento do Alzheimer no cérebro. A pesquisa, liderada pela Universidade de Utah, identificou que essa proteína empacota a proteína tau tóxica em vesículas, facilitando a disseminação da doença.

A proteína tau é o principal fator no desenvolvimento do Alzheimer, pois ela se deforma e forma emaranhados que causam a morte das células cerebrais. O mistério de como essa proteína tóxica se espalha de uma célula doente para uma saudável foi esclarecido. Os resultados indicam que a proteína Arc atua como um empacotador, criando pequenas cápsulas, ou vesículas extracelulares, e depositando a proteína tau tóxica nelas. O neurônio, ao lançar essas bolhas, tenta se proteger da toxicidade.

No entanto, esse mecanismo de defesa falha. As cápsulas permanecem no cérebro e são absorvidas por neurônios saudáveis. Ao entrar na nova célula, a semente do Alzheimer se replica, infectando o circuito cerebral. Essa descoberta pode explicar a ineficácia de terapias atuais, que buscam limpar a proteína tau, mas não conseguem alcançá-la quando ela está contida nessas vesículas criadas pelo Arc.

A análise de tecidos cerebrais de quinze indivíduos confirmou que quanto maior a presença de proteína Arc nessas vesículas, maior era a quantidade de tau tóxica. Os pesquisadores afirmam que impedir o gene Arc de empacotar a proteína tau pode, pela primeira vez, interromper a progressão da doença pelo sistema nervoso.

TAGGED:Alzheimerdoenca-cerebralNeurociênciapesquisa-medicaproteina-arcproteina-tau
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Consumo de fibra exige cuidado e planejamento
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?