A segurança de contas digitais depende de critérios como autorização do Banco Central, cobertura do FGC e transparência de dados. A modalidade permite gerenciar contas inteiramente pela internet, sem necessidade de agência física. Não existe um ranking único, mas órgãos reguladores definem os controles mínimos de segurança.
Segundo o professor de finanças da FEA-USP, a verificação da regular autorização e supervisão da instituição pelo Banco Central é fundamental. O órgão regulador estabelece e fiscaliza os padrões mínimos de segurança. A proteção cibernética do sistema financeiro é uma responsabilidade regulatória, e não individual dos usuários.
Em dezembro de 2025, o Banco Central publicou requisitos de segurança cibernética. Entre os controles mínimos estão autenticação, gestão de certificados digitais, proteção de redes e realização periódica de testes de intrusão independentes. Além disso, a análise de indicadores fundamentalistas, como inadimplência e lucratividade, ajuda a avaliar a saúde financeira da instituição.
O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) oferece proteção adicional aos depósitos e investimentos até limites regulamentares. O professor Maciel também orienta que os clientes protejam senhas e dispositivos, e comuniquem imediatamente qualquer movimentação suspeita. O compartilhamento de dados via Open Finance deve ocorrer apenas com instituições autorizadas.

