A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1º/7), a terceira fase da Operação Galho Fraco II, em Goiás, e em outros estados. A ação investiga um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de cotas parlamentares, visando apurar peculato e lavagem de dinheiro.
As medidas judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), são cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais, segundo a PF. A operação busca a coleta e preservação de elementos de prova sobre o esquema.
As investigações apontam indícios de envolvimento de agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas que teriam sido usadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos. A PF também mencionou indícios de tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode configurar fraude processual.
Nas etapas anteriores, a operação identificou irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos utilizando recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap). A atual fase aprofunda a apuração sobre a destinação desses valores.

