A seleção brasileira precisa vencer a Noruega para avançar às quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Embora o Brasil tenha duas derrotas e dois empates contra o time escandinavo, a análise aponta que o fator mais relevante é a evolução do futebol nórdico, e não o tabu histórico.
A Noruega é a única seleção que o Brasil nunca venceu, mas o histórico de confrontos, espalhados por 38 anos sem sequência contínua, diminui o peso preditivo desse resultado. A equipe brasileira, comandada por Carlo Ancelotti, deve focar na transformação do futebol nórdico desde a última derrota em 1998.
Carlos Eduardo Mansur, colunista, afirmou que a Noruega atual apresenta um nível de ameaça superior ao de sua equipe dos anos 90. O time nórdico reúne uma geração talentosa, com nomes como Martin Odegaard, Alexander Sorloth, Antonio Nusa e Oscar Bobb, capaz de desequilibrar partidas com dribles.
Os confrontos anteriores ocorreram majoritariamente em Oslo. O jogo em Nova Jersey, nos Estados Unidos, terá condições climáticas diferentes das disputadas no passado. A Noruega, após campanha dominante nas Eliminatórias, chega consolidada nas principais ligas europeias, representando um adversário perigoso.

