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Tecnologia

CEO da Meta admite lentidão na evolução da inteligência artificial

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de julho de 2026 08:10
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, admitiu em reunião interna que o desenvolvimento dos agentes de inteligência artificial não ocorreu no ritmo que ele esperava. A empresa, que promoveu grandes cortes e realocações de pessoal focadas em IA, reconheceu que a reestruturação não foi tão eficiente quanto planejado.

A admissão ocorre após a Meta ter demitido oito mil funcionários em maio, citando o impulso da IA, e realocado mais sete mil colaboradores para funções ligadas à tecnologia. Na época, Zuckerberg afirmou em memorando interno que “IA é a tecnologia mais consequente de nossas vidas” e que “as empresas que lideram o caminho definirão a próxima geração”.

Segundo o relatório, o executivo também disse que a reestruturação da Meta relacionada à IA não foi tão “limpa” quanto poderia ter sido, e que a diretoria calculou mal o momento das mudanças. Relatos indicam que executivos da empresa manifestaram preocupação no início do ano sobre a adaptação da Meta ao mundo impulsionado pela IA.

Apesar dos desafios internos, a empresa não mudará de rota. Zuckerberg espera obter benefícios mais significativos dos investimentos em IA no prazo de três a seis meses. A empresa enfrentou reações negativas internas sobre o monitoramento de funcionários ligado à IA e baixos níveis de moral entre os colaboradores.

TAGGED:IAInteligência ArtificialMetareestruturaçãoTecnologiazuckerberg
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